sexta-feira, 25 de março de 2011

AU olhar parece um coisa estranha dizer que morte é apenas um recomeço da vida que nos encontramos com nosso alem,mais se olharmos por outro lado algo tão horivel se transforma em algo aconchegaste rsrs mais eu não recomendaria passar um noite la voce nunca sabe o que poderia acontecer brincadeira tudo pode acontecer la dentro até vc tomar um belo vinho sentada em cima de um tumulo ;Mais ai  a questão por que temer se ´pe apenas o recomeço da vida tranquila e bela ...................

quinta-feira, 24 de março de 2011

passáro negro

sou apenas um pássaro que anda solitário por céus desconhecidos sou aquele que grita por socorro e a ajuda nunca chega sou aquele que dizem ser estranho mais minha vida é a sim sou aquele ser imperfeito que mesmo tendo vários defeitos ainda consegue sentir algo chamado emoção.Ser tão sobril quer dizer estranho muinta tolise ou critica do destino ,mais senti algo estranho quando le algo uma poesia isto não é tolise mais sim um sentido que outros não apresiam mais a vida de um passaro solitari é a sim cheia de altos e baixos....ou dizem será que não é o pássaro da tolice............

segunda-feira, 21 de março de 2011

ΨCoração GóticoΨ

Quer chorar
Quero muito chorar...
Mas as lágrimas são teimosas e não correm
Quero tanão é o que represento por fora mais meu coração  queima por dentro e não minha aparência fria por fora diz o que eu sou.UM dia me perguntaram se eu queria chorar eu disse quero muito mais as lágrimas não colaboraram comigo, as verdades não me machucavam mais .as razãoe não me governal mais nem uma lei pra me guiar eu to no ponto que eu queria estár onde nimguém iria me encontra perdida dentro de mim mesma.
Não gosto dessa épocaminha vida é um lado obiscuro mais minha alma pede um pouco de luz .....mais uma coisa faz me senti viva meu coração gótico que me tras liberdade e au mesmo tempo coragem pra enfrentar a vida...............
Não queria ter nascido na “geração millenium”
Mas não tenho querer
E também não tenho culpa

domingo, 20 de março de 2011

o velho navio



               ao infortúnio do amigo Aaron Zvestkovis, marinheiro.

Era uma tarde de mar calmo, de águas espelhadas, pálidas pela luz do fim
de tarde.
O vento não soprava, e não havia no céu nenhuma nuvem.
O velho navio singrava suave como se deslizasse pelas águas vitrificadas,
seguido de um roncar surdo do velho motor no inferior de sua popa.
Rumava em direção ao por do sol e desenhava em sua retaguarda,
um rastro de pequena turbulência provocada por suas hélices.
Era um navio realmente velho. Seu casco todo enferrujado, trazia marcas
de sua trajetória em cada porto por onde passou; seu nome já não se
distinguia entre a ferrugem. 
Seu calado, já enfraquecido pelo tempo, a água salobra do mar e as
pesadas cargas que transportara desde muito tempo, rangia com os ferros
de sua estrutura resvalando uns nos outros pelas folgas entre as peças.
O som do ferro se perdia ao longe, ao longo do seu percuso.
Raramente se via os tripulantes na proa ou em toda a extensão do lado
externo, mas quando apareciam, era impossível não deixar de se
surpreender por seu aspecto.
Olhares sempre voltados para o infinito, sempre buscando algum ponto,
algum referencial.
E a expressão da face justificava o olhar. Era como se esperassem por algo;
como se esperassem por uma resposta que no fundo da alma sabiam
que jamais chegaria.
Expressão de angústia profunda, mesclada com um medo interior, um medo
intenso, todavia, sem saber do quê. Eram como corpos sem o vigor da vida,
sem ânimo e sem vontade; andar pesado e lento, como se contassem os
passos; nunca se falavam e nunca trocavam olhares.
Era como se um não notasse a presença do outro, ou não fazia diferença
o outro estar ali.
As roupas pregadas ao corpo encurvado, como se levasse o peso do
mundo nas costas, e não dormissem há tempos e tempos.
Era como a visão de um ataúde flutuante, e que levava seus ocupantes
para uma viagem eterna até seu descanso final no seu túmulo que
seria o próprio mar.
Ninguém guiava a embarcação; ela seguia sempre em rumo próprio,
levando seus ocupantes, os condenados por um crime imperdoável
até seu destino frente a frente com seu algoz.
No fim da tarde, quando os últimos raios pálidos de sol refletiam moribundos,
sobre a água, veio do leste grande nuvem negra e medonha seguida
de forte vento que agitava o mar com vagas enormes e violentas.
Os olhares dos tripulantes voltaram-se para estibordo com grande terror.
Viam ali chegando, seu carrasco impiedoso e insaciável, com grande fúria,
executar a ordem capital, a sentença injustificada de um juiz frio e cruel.
Expressões horrorizadas estamparam os rostos dos condenados com
uma angústia que vinha do mais profundo recôndito da alma, aflorar
nos nervos e em todas as articulações daqueles corpos trêmulos e já
sem nenhuma força.
O forte vento logo deu origem a um enorme ciclone, fazendo o barco
ficar bem ao seu centro. Grandes correntes de ventos varriam a embarcação,
ondas enormes lavavam o convés; a embarcação pendia de um lado a outro,
e em certos momentos, parecia que viraria. Os tripulantes já sem a mais
remota das esperanças, ainda seguravam-se na amurada, mas por puro
instinto, e não por esperar salvar suas almas da mão do impiedoso destino.
Meia hora depois do início, a tempestade chegou a seu apogeu. A escuridão
era total, e o que se via de longe, era uma pálida luz que vinha do interior
do barco.
Seus tripulantes se refugiaram até então em seu interior; o navio
mergulhava por completo sob as vagas, e tempo depois, voltava à tona,
como um ser que, se afogando, busca desesperadamente encher seus
pulmões de ar para conseguir sobreviver por mais uns instantes debaixo
da água. O vento se acercava mais e mais, tudo estava acabado!
Não havia mais o que esperar.
Em um desses mergulhos violentos, a grande e negra embarcação sucumbiu
ao furor da matéria, e deixou o mundo da superfície para traz, para nunca
mais voltar.
E o que se viu num último relance, foi o rosto de um dos tripulantes
colado em uma das janelinhas de vidro, olhando para fora, quando o navio
já deixava o mundo de cima, com a expressão de um rosto que faz
um vivente quando a alma parece querer sair de dentro do corpo através
dos olhos.
Uma expressão de dor, angústia e medo; a expressão de quem olhava
tudo aquilo acontecer, e impotente, contra seus algozes, apenas olhava
em um último instante para lhes perguntar
“por que?”.
 escritor da poesia.
Roger Silva

musicas..

uma cultura uma ilusão..seres elementares uma legião.

a origem da palavra


"Gótico", em primeira estância, significa aos godos, uma confederação de tribos germânicas que invadiu o império romano durante o séc. III d.C. e foram os primeiros povos germânicos a se converterem ao cristianismo. A primeira distorção do adjetivo data da renascença. Os Italianos achavam que a arte clássica, que admiravam e procuravam reviver, fora corrompida na idade média pelos cristãos. Assim sendo, fizeram dos godos seus bodes-espiatório e taxaram pejorativamente toda a arte medieval cristã, de gótica, ampliando assim o sentido da palavra. Até hoje, a arquitetura que tomou o lugar da romântica na construção das igrejas e catedrais européias (caracterizada pelas altas ogivas, vitrais religiosos e gárgulas) é denominada como gótica. A pintura de manuscritos desta época, assim como suas letras, ricamente detalhadas, receberam o mesmo rótulo. Obras literárias também carregaram o rótulo. Em 1764, o escritor inglês Horace Walpole publicou "The Castle of Otranto". Com forte influência de Milton e das novelas de horror (grande parte delas eram copias vulgares de Macbeth, tragédia de romântica Shakespeare), o livro foi considerado a primeira novela gótica. Estas novelas eram vistas como uma subdivisão das novelas de horror, que se diferenciava por seu mistério (a morbidez e o horror melancólico substituíram o medo físico). O sobrenatural era largamente explorado e elas eram assim chamadas porque geralmente eram ambientadas em casarões ou castelos medievais (neste caso, o estilo poderia ter qualquer outro nome, e agora, pela segunda vez distorcido, já não continha mais nada do seu significado original). 

Religião e simbolismo


Religião e simbolismo
O gótico/darkwave é uma sub-cultura laica[carece de fontes?], ou seja, não é integrada à qualquer religião. Alguns pensam que os góticos estão diretamente ligados à esoterismo, anticristianismo. Embora cada indivíduo que integre-se seja livre para a escolha de crenças em qualquer tipo de deus. Porém, no gótico não se encontram pessoas dispostas à seguirem religiões que impliquem no apego a religiões opressoras que impedem pessoas de agir de acordo com o que pensam, regras sobre o que se deve vestir, ler, crer ou fazer[carece de fontes?].
Os tidos wannabes - Uma gíria entre pessoas da sub-cultura gótica, que em sua semântica refere-se à um determinado sujeito novo, curioso e, mais diretamente, que "quer 'ser'" parte da mesma - Geralmente seguem à risca presunçosa e equivocada em denominarem aos outros pertencentes a ela apenas como Wiccas, Pagãos ou satânicos, sendo estes, como mencionado inicialmente, livres de qualquer doutrina ou Sociedade Secreta.
Algum recurso de preâmbulo religioso é utilizado como temática, para músicas ou estética. Um crucifixo, por exemplo, pode, teatralmente, simbolizar a tortura (Crucio = tortura), pois a cruz foi cunhada em Roma, como instrumento para tal, antes mesmo do nascimento de Cristo. Simbolicamente no sentido de estética não vem totalmente ligado à música, as vestes góticas vieram de acordo com a ideologia a que ele pertence.
O gótico/darkwave é uma sub-cultura laica[carece de fontes?], ou seja, não é integrada à qualquer religião. Alguns pensam que os góticos estão diretamente ligados à esoterismo, anticristianismo. Embora cada indivíduo que integre-se seja livre para a escolha de crenças em qualquer tipo de deus. Porém, no gótico não se encontram pessoas dispostas à seguirem religiões que impliquem no apego a religiões opressoras que impedem pessoas de agir de acordo com o que pensam, regras sobre o que se deve vestir, ler, crer ou fazer[carece de fontes?].
Os tidos wannabes - Uma gíria entre pessoas da sub-cultura gótica, que em sua semântica refere-se à um determinado sujeito novo, curioso e, mais diretamente, que "quer 'ser'" parte da mesma - Geralmente seguem à risca presunçosa e equivocada em denominarem aos outros pertencentes a ela apenas como Wiccas, Pagãos ou satânicos, sendo estes, como mencionado inicialmente, livres de qualquer doutrina ou Sociedade Secreta.
Algum recurso de preâmbulo religioso é utilizado como temática, para músicas ou estética. Um crucifixo, por exemplo, pode, teatralmente, simbolizar a tortura (Crucio = tortura), pois a cruz foi cunhada em Roma, como instrumento para tal, antes mesmo do nascimento de Cristo. Simbolicamente no sentido de estética não vem totalmente ligado à música, as vestes góticas vieram de acordo com a ideologia a que ele pertence.Religião e simbolismo
O gótico/darkwave é uma sub-cultura laica[carece de fontes?], ou seja, não é integrada à qualquer religião. Alguns pensam que os góticos estão diretamente ligados à esoterismo, anticristianismo. Embora cada indivíduo que integre-se seja livre para a escolha de crenças em qualquer tipo de deus. Porém, no gótico não se encontram pessoas dispostas à seguirem religiões que impliquem no apego a religiões opressoras que impedem pessoas de agir de acordo com o que pensam, regras sobre o que se deve vestir, ler, crer ou fazer[carece de fontes?].
Os tidos wannabes - Uma gíria entre pessoas da sub-cultura gótica, que em sua semântica refere-se à um determinado sujeito novo, curioso e, mais diretamente, que "quer 'ser'" parte da mesma - Geralmente seguem à risca presunçosa e equivocada em denominarem aos outros pertencentes a ela apenas como Wiccas, Pagãos ou satânicos, sendo estes, como mencionado inicialmente, livres de qualquer doutrina ou Sociedade Secreta.
Algum recurso de preâmbulo religioso é utilizado como temática, para músicas ou estética. Um crucifixo, por exemplo, pode, teatralmente, simbolizar a tortura (Crucio = tortura), pois a cruz foi cunhada em Roma, como instrumento para tal, antes mesmo do nascimento de Cristo. Simbolicamente no sentido de estética não vem totalmente ligado à música, as vestes góticas vieram de acordo com a ideologia a que ele pertence.Religião e simbolismo
O gótico/darkwave é uma sub-cultura laica[carece de fontes?], ou seja, não é integrada à qualquer religião. Alguns pensam que os góticos estão diretamente ligados à esoterismo, anticristianismo. Embora cada indivíduo que integre-se seja livre para a escolha de crenças em qualquer tipo de deus. Porém, no gótico não se encontram pessoas dispostas à seguirem religiões que impliquem no apego a religiões opressoras que impedem pessoas de agir de acordo com o que pensam, regras sobre o que se deve vestir, ler, crer ou fazer[carece de fontes?].
Os tidos wannabes - Uma gíria entre pessoas da sub-cultura gótica, que em sua semântica refere-se à um determinado sujeito novo, curioso e, mais diretamente, que "quer 'ser'" parte da mesma - Geralmente seguem à risca presunçosa e equivocada em denominarem aos outros pertencentes a ela apenas como Wiccas, Pagãos ou satânicos, sendo estes, como mencionado inicialmente, livres de qualquer doutrina ou Sociedade Secreta.
Algum recurso de preâmbulo religioso é utilizado como temática, para músicas ou estética. Um crucifixo, por exemplo, pode, teatralmente, simbolizar a tortura (Crucio = tortura), pois a cruz foi cunhada em Roma, como instrumento para tal, antes mesmo do nascimento de Cristo. Simbolicamente no sentido de estética não vem totalmente ligado à música, as vestes góticas vieram de acordo com a ideologia a que ele pertence.
Poema gotico

Lágrimas depressivas

É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia
Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas…
Lágrimas desperdiçadas…
Tentando aliviar meu martírio
E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio
Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria
Lágrimas…
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas…
Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar
Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu
Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu…
Nessa imortal depressão....